sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

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um dia disse que não, ao que mais me fez feliz até hoje.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

sonhos cor de rosa parte 2.

gostava de ter um sonho como o de hoje, todas as noites!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

respondam-me por favor


"cada um tem o que merece", será que isto é verdade?




Ainda vale a pena desejar?

sábado, 5 de fevereiro de 2011

a vida.



Infelizmente a vida não te dá a mão quando queres. A vida não te sorri quando pedes. A vida não te dá o que lhe dás. Infelizmente a vida não é o que queres. A vida não sabe ao que gostas. A vida não tem o que procuras. Infelizmente nem a vida é perfeita. Tu não és perfeita. Ninguém o é. Infelizmente os erros que cometes ficaram marcados na tua vida. Na tua vida viram os erros, os pensamentos, as ideias, os sonhos, mas eles só te acompanham, não te dão a mão. Ninguém te dá a mão. Estás só. Só e por ti, só por ti e só contigo. A vida não é justa, não é sincera, não é o que fazemos dela, é o que ela faz de nós. Na vida fazes escolhas, opções. Optas, mesmo sem saber o porquê. Mesmo sem saberes o que estás a perder em favor disso. Optas porque tens de o fazer. Optas pelo que te parece melhor, mas não pensas. Não pensas no amanhã, não pensas na vida. Depois, nem a vida te resta. Nada te resta. Estás só, infelizmente. A vida pode-te sorrir, mas amarra-te aos erros e às  escolhas que um dia fizeste. A vida não te dá a mão, a vida acompanha-te.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

heyy


heyy, cadê você príncipe encantado? 

sábado, 29 de janeiro de 2011

não acredito.



Não acredito. Não acredito em nada. Nem em nada nem em tudo. Não acredito apenas. Nem vale a pena acreditar. A vida é assim, não há verdades que sejam sempre verdadeiras. Não há. Fechamos os olhos e fingimos que sim.  Fechamos os olhos e pensamos que sim. Mas não. Não há. E continuo a não acreditar. Talvez um dia tenha acreditado, talvez sim, talvez não. Não sei. Mas agora não. Agora sei que a vida me diz que não. Não é possível acreditar. Não acredito em nada do que não vejo, e como não vejo nada, não acredito. Há quem ainda acredite, que se iluda, sorria, e seja feliz, até deixar de acreditar, abrir os olhos, desiludir-se e perceber que tudo o que acreditava não existe. Apenas não existe. Digam-me que estou errada, têm todo o direito, talvez esteja, talvez sim, talvez não. Mas eu não acredito. É complicado demais para acreditar. Não é puro. Deixou de ser sincero. Não é para sempre. Deixou de valer a pena. Não tem fundamento. É só porque sim, porque dá jeito, porque apetece. Ou então é só e porque não, porque até mete piada, porque é engraçado. Mas não. Acho que somente não existe. O amor.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

colapso mental

que COLAPSO completo! não consigo ver livros à frente, estou FARTA,  FARTINHA!

precisa-se de FÉRIAS. vem sábado, vemmmm!